... como é que se explica (pela centesima vez) o que é e como funciona uma folha de caixa, a alguem que trabalha há mais de 20 anos com tesouraria...
Pois não explica.
Quando se é um cadito pó burrelho, não explica. Mais uma vez cheguei a essa conclusão.
E depois eu é que ando aqui a trabalhar como uma moura e a levar pa casa os tostões que sobram... f..d...x pá que já xateia
segunda-feira, janeiro 22, 2007
sexta-feira, janeiro 12, 2007
Os ultimos Natais...
Os meus ultimos 3 Natais foram diferentes. Em 2003 já namorava com o S. e pusemos a hipotese de ele vir passa-lo connosco. A ideia não foi bem aceite afinal namoravamos há "dois dias". Na altura fiquei triste... agora entendo que realmente, sendo o Natal a festa da familia (assim o penso) ele ainda não era da familia... era apenas o meu namorado. Um namoro recente, sem grandes bases, sem estar solidificado ainda. Passou cada qual com a sua familia... mas para mim já faltava qualquer coisa. Senti-me muito triste quando o namorado da minha irmã a foi visitar depois da ceia de Natal. E eu ali sozinha...
Falamos quase todo o serão ao telemovel. Falei pela 1ª vez com a minha futura sogra ao telefone, desejei boas festas...
Em 2004 o S. já estava cá em baixo connosco. Passou lá em casa. Agora ainda que sendo apenas namorado já era meio da familia, já tinha passado um ano e tal, já era quase lá de casa. A minha irmã namora há alguns 8 anos e cada um passa o Natal com a sua familia, mas nós eramos diferentes, pois ele não tinha cá ninguem e não havia possibilidades de ir lá acima passar o Natal.
Nesse ano não houve lágrimas... (o S. estava triste por não estar com os pais, mas feliz por ter uma nova familia).
Nesse ano asprendas abriram-se mais cedo, todos concordamos.
Nesse ano fomos ao cepo e á missa do galo, todos juntos.
Em 2005, fizemos diferente... juntamos as duas familias.
Trouxemos os meus sogros a conhecerem a nossa casa (fomos morar juntos em Setemro de 2005), ficaram a conhecer a minha familia e a familia que tão bem acolheu o filho deles.
Jantamos na casa da minha mãe (para mim ainda é a minha casa) todos juntos. Nós dois, a minha mãe, irmã e avó e os pais dele.Foi diferente.
Falamos quase todo o serão ao telemovel. Falei pela 1ª vez com a minha futura sogra ao telefone, desejei boas festas...
Em 2004 o S. já estava cá em baixo connosco. Passou lá em casa. Agora ainda que sendo apenas namorado já era meio da familia, já tinha passado um ano e tal, já era quase lá de casa. A minha irmã namora há alguns 8 anos e cada um passa o Natal com a sua familia, mas nós eramos diferentes, pois ele não tinha cá ninguem e não havia possibilidades de ir lá acima passar o Natal.
Nesse ano não houve lágrimas... (o S. estava triste por não estar com os pais, mas feliz por ter uma nova familia).
Nesse ano asprendas abriram-se mais cedo, todos concordamos.
Nesse ano fomos ao cepo e á missa do galo, todos juntos.
Em 2005, fizemos diferente... juntamos as duas familias.
Trouxemos os meus sogros a conhecerem a nossa casa (fomos morar juntos em Setemro de 2005), ficaram a conhecer a minha familia e a familia que tão bem acolheu o filho deles.
Jantamos na casa da minha mãe (para mim ainda é a minha casa) todos juntos. Nós dois, a minha mãe, irmã e avó e os pais dele.Foi diferente.
Relembrando 2006 e anteriores
E porque não venho aqui deixar os meus apontamentos tão frequentemente quanto gostaria, vou voltar a Dezembro, relembrar o natal e a passagem de ano, que pela 1ª vez em muitos anos foi super animada...
Natais Passados:
Os meus Natais sempre foram um bocadinho para o trágico lol
Engraçado que os que mais recordo são os da minha infancia... Naquela altura eramso uma familia, no sentido mais tradicional, e a noite de consoada começava depois de almoço em casa da minha avó paterna, a amassar, tender e fritar os famosos cuscorões... nos dias de inverno a noite chega cedo e quando acabavamos de os fazer já era completamente noite. Os fritos eram feitos na fornalha - uma especie de fogão a lenha - e á luz de um candeeiro (de varios) a petroleo pois a minha avó não tinha luz electrica.
Depois era carregar grandes alguidares cheios de fritinhos para nossa casa, onde jantavamos o tradicional bacalhau. Mais tarde o meu pai saia para o tronco - a enorme fogueira que ainda hoje fazem no largo da igreja - e depois iamos á missa do galo.
Anos mais tarde, a minha avó ficou velhota, fez obras na cozinha e já tinha electricidade. Faziamos os fritos no fogão a gás e a alegria já não era a mesma pois o meu pai já tinha falecido. O natal perdeu um pouco da sua magia pois é nestas noites que nos lembramos mais de quem já não está connosco.
Entretanto, todos os Natais havia choro. Com o passar os anos começamos a fazer tudo lá em casa. A minha avó já estava doente, nem a saude nem a idade já permitiam que fosse ela a fazer os ditos fritos e então faziamos lá em casa. As brigas começavam depois da ceia...
Por norma os presentes eram abertos depois da meia noite. Ora a essa hora já era tarde para a minha avó . Depois como já eramos mais crescidas, queriamos ir para o cepo com os nossos amigos, mas a minha avó nunca viu com bons olhos as raparigas andarem de noite na rua, ainda que fosse lá na aldeia. Agora sorrio quando me lembro daqueles trágicos serões á lareira, a reclamar toda a noite porque queriamos sair, a minha mãe a repreender-nos que não podia ser que a avó estava lá por nossa causa. A minha avó a dizer que se era para ficar ali sozinha que ia para casa dela... aiai...
Natais Passados:
Os meus Natais sempre foram um bocadinho para o trágico lol
Engraçado que os que mais recordo são os da minha infancia... Naquela altura eramso uma familia, no sentido mais tradicional, e a noite de consoada começava depois de almoço em casa da minha avó paterna, a amassar, tender e fritar os famosos cuscorões... nos dias de inverno a noite chega cedo e quando acabavamos de os fazer já era completamente noite. Os fritos eram feitos na fornalha - uma especie de fogão a lenha - e á luz de um candeeiro (de varios) a petroleo pois a minha avó não tinha luz electrica.
Depois era carregar grandes alguidares cheios de fritinhos para nossa casa, onde jantavamos o tradicional bacalhau. Mais tarde o meu pai saia para o tronco - a enorme fogueira que ainda hoje fazem no largo da igreja - e depois iamos á missa do galo.
Anos mais tarde, a minha avó ficou velhota, fez obras na cozinha e já tinha electricidade. Faziamos os fritos no fogão a gás e a alegria já não era a mesma pois o meu pai já tinha falecido. O natal perdeu um pouco da sua magia pois é nestas noites que nos lembramos mais de quem já não está connosco.
Entretanto, todos os Natais havia choro. Com o passar os anos começamos a fazer tudo lá em casa. A minha avó já estava doente, nem a saude nem a idade já permitiam que fosse ela a fazer os ditos fritos e então faziamos lá em casa. As brigas começavam depois da ceia...
Por norma os presentes eram abertos depois da meia noite. Ora a essa hora já era tarde para a minha avó . Depois como já eramos mais crescidas, queriamos ir para o cepo com os nossos amigos, mas a minha avó nunca viu com bons olhos as raparigas andarem de noite na rua, ainda que fosse lá na aldeia. Agora sorrio quando me lembro daqueles trágicos serões á lareira, a reclamar toda a noite porque queriamos sair, a minha mãe a repreender-nos que não podia ser que a avó estava lá por nossa causa. A minha avó a dizer que se era para ficar ali sozinha que ia para casa dela... aiai...
quinta-feira, janeiro 11, 2007
Memorando
Se duvidas houvessem quanto á mente humana, no que toca a dinheiro, desfizeram-se hoje. Mais uma vez assisti á prova real da velha máxima que diz: "Amigos amigos, negocios á parte"
Devido ao ramo em que trabalho, somos forçados a trabalhar com entidades de outros ramos e como ninguem dá nada a ninguem, temos os chamados incentivos por parte das diversas entidades com quem trabalhamos, pela angariação de clientes.
Uma dessas entidades, não nos dá qualquer incentivo pois não é uma parceria formal, mas este ano depois de muito pedinchar decidiu que nos oferecia á nossa equipa um jantar pelos clientes que lhes enviamos. Até aqui tudo correcto. Maravilha uma jantarada para o pessoal... ahahah mas que piada.
O jantar nunca ocorreu, saiu ano e entrou ano até que o tema voltou á conversa e um dos comerciais deles veio trazer-nos um chequito para nos pagar o tal jantar. 120€, ok não é muito mas foi calculado apenas sobre os clientes do ultimo trimestre de 2006.
Resultado: dividiram 50/50entre os dois vendedores.
Quer dizer... o comercial disse quando entregou o cheque que era para entregar ao Chefe mas como ele estava ocupado deixou connosco. (entregava ao chefe para irmos todos jantar e ele pagar a despesa)
E depois, os dois vendedores, que estavam de panelinha feita pimba!! Tá mal... tá mal.
A minha colega calou-se caladinha, guardou o dinheiro na mala, pois um dos vendedores é marido dela. O patrão na sabe de nada, a patroa de nada sabe e eu pimba tolinha mais uma vez a olhar para as mãos.
Mas porque??? Porque é que quando há lembranças vão só para o patrão e para os vendedores?
Se sou eu que trato de creditos, papeladas e afins
Se sou eu que trato de atender os clientes e resolvo os problemas... não era suposto receber asim qualquer coisinha??? Só assim coisa pouca... sei lá.
Devido ao ramo em que trabalho, somos forçados a trabalhar com entidades de outros ramos e como ninguem dá nada a ninguem, temos os chamados incentivos por parte das diversas entidades com quem trabalhamos, pela angariação de clientes.
Uma dessas entidades, não nos dá qualquer incentivo pois não é uma parceria formal, mas este ano depois de muito pedinchar decidiu que nos oferecia á nossa equipa um jantar pelos clientes que lhes enviamos. Até aqui tudo correcto. Maravilha uma jantarada para o pessoal... ahahah mas que piada.
O jantar nunca ocorreu, saiu ano e entrou ano até que o tema voltou á conversa e um dos comerciais deles veio trazer-nos um chequito para nos pagar o tal jantar. 120€, ok não é muito mas foi calculado apenas sobre os clientes do ultimo trimestre de 2006.
Resultado: dividiram 50/50entre os dois vendedores.
Quer dizer... o comercial disse quando entregou o cheque que era para entregar ao Chefe mas como ele estava ocupado deixou connosco. (entregava ao chefe para irmos todos jantar e ele pagar a despesa)
E depois, os dois vendedores, que estavam de panelinha feita pimba!! Tá mal... tá mal.
A minha colega calou-se caladinha, guardou o dinheiro na mala, pois um dos vendedores é marido dela. O patrão na sabe de nada, a patroa de nada sabe e eu pimba tolinha mais uma vez a olhar para as mãos.
Mas porque??? Porque é que quando há lembranças vão só para o patrão e para os vendedores?
Se sou eu que trato de creditos, papeladas e afins
Se sou eu que trato de atender os clientes e resolvo os problemas... não era suposto receber asim qualquer coisinha??? Só assim coisa pouca... sei lá.
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